Thoughts 83 :s

Claro que há vários sentidos de amor. Mas aquele amor, amor dos poemas, o amor dos filmes, que mata, que elouquece, que dá vida... parece ser exclusivo das folhas gastas de papel, de peliculas a preto e branco. Há falta de melhor, é confundido por uma grande amizade, por luxúria, desculpado, quando afinal não “era aquilo”, pela fraqueza ou pela inocência. Mas estar-se apaixonado existe. Pode é não ter um bom final – geralmente não tem.
É bonito a inicio, faz-nos sentir bem, dizem que nos põe mais bonitas. Mas a partir de certa altura começa a tirar-nos a naturalidade, começamos a planear tudo o que vamos dizer, para não ficar mal, tiramos todos os significados possiveis daquilo que nos dizem e, por ultimo, não sendo correspondido, faz-nos sentir miseráveis.
Mas, se fizermos por isso, num mês continuamos a nossa vida, conseguimos esquecer, voltamos a ser racionais outra vez, percebemos que as “borboletas no estômago” não são de confiar.
Possivelmente o verdadeiro amor até exista. Talvez seja o que é mais óbvio mas mais difícil: O respeito, a admiração, o bem-estar quando estamos juntos, o sentir-se querido pelo outro, o querer que a outra pessoa esteja bem mesmo que nao recebamos nada em troca, o gostar da pessoa de quem é. Não digo que o exterior também não interesse, porque, não tenhamos ilusões, claro que interessa. Mas que o amor não é exclusivo das pessoas bonitas, não é.
Tenho visto muitas provas disso.
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